Apaguei agora mesmo os versos que te escrevi,
Já não lembro, já não quero, pensar que pensei em ti,
Porque se penso que és tu, essa centelha que almejo,
Logo escuto o coração, dizer-me que é vão desejo.
Nos amores não tenho escolha, toda a vida foi assim,
Antes mesmo que eu te queira, alguém te roubou de mim.
É fado? É sina? não sei, talvez os astros, que importa?
Sei que um dia chegarás, sem bater à minha porta.
Fernando Barnabé
Não ouças os meus lamentos
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Não ouças os meus versos...não sintas o meu rosto
Não leias o meu corpo...não toques os meus medos
Não rasgues a minha pele...não sintas o meu desgosto
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Há 1 semana
Este ja conhecia e ja te tinha dito que ficou maravilhoso :-)
ResponderEliminarabracos
Que exagero:) maravilhoso?
ResponderEliminarMas agradeço na mesma o elogio.
Forte abraço!
Comovente como um fado. A poesia tem o dom de sangrar minhas feridas, e esta não foi diferente. Que belo poema. Abraço.
ResponderEliminarps. procurarei outros poemas teus.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarObrigado Jair!
ResponderEliminarEspero que 2010 te trga um belo e inesqucível fado!
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