Tenho medo que me faltem os abraços,
Que os dias passem iguais, sem sal, sem cor,
Tenho medo das sombras, dos meus passos,
De perder-me e perder o meu amor.
Tenho medo de mim por ser cativo
De um desejo maior que desconheço,
Tenho medo que Ele seja só castigo
E de mim não cuide se o mereço.
Ah! Se Tu me viesses consolar
Deste temor que carrego cada dia,
E a minha alma em Ti acreditar;
Que ter medo não é coisa fatal,
É sonho breve, instante de agonia,
Que acontece a quem é imortal!
Fernando Barnabé
Sou a penumbra
-
Sou a penumbra... frágil sombra...vestida de noite
No meu rosto traços de amargura...cinzas do tempo
E no meu corpo este silêncio...leve sopro de morte
Gr...
Há 3 semanas